…minha auto estima na balada.
Depois de uns dois drinks:
Cinco drinks em diante:
Eu tenho aquela mania de me apaixonar por quem eu não devo. De sofrer por quem nunca me quis bem. Eu tenho essa mania de querer botar todo mundo no coração. Eu não sei amar na medida certa.
Coragem, às vezes, é desapego. É parar de se esticar, em vão, para trazer a linha de volta. É aceitar doer inteiro até florir de novo.
O problema é que as pessoas dizem “eu te amo” mas esquecem daquele bilhetinho de “bom dia”, daquela mensagem de “boa noite, estou com saudade”, esquecem de perguntar se você está bem, assim sabe, só por perguntar mesmo. Esquecem do abraço sem pretexto, do presente fora de época, esquecem de dar atenção nos detalhes e isso, faz com que esse “eu te amo” perca o valor. Por que o amor não se alimenta de palavras, se alimenta de atitudes.


